Dunkin´ Donuts tenta de novo no Brasil

“ Empresa saiu do mercado brasileiro em 2005 e agora reinicia atuação na região Centro-Oeste. Em 2005, a Dunkin’ Donuts tinha mais de 60 cafeterias espalhadas pelo Brasil. No entanto, a impressão que ficou na época é que os donuts não teriam conquistado a afeição dos brasileiros como nos Estados Unidos, em que os clientes…

Varejo: o motor da economia brasileira

“ Para o presidente do IDV e da Riachuelo, Flávio Rocha, é o varejo que vai garantir empregos O empresário Flávio Rocha, presidente da Riachuelo e do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo, se empolga sempre que perguntam a ele sobre os rumos para o setor no Brasil. “É a maior empregador privado do Brasil: de cada quatro empregos,…

Varejo online indiano sofre com logística ruim

Com estradas em péssimo estado, comércio online depende do transporte aéreo para movimentação de encomendas – fato que aumenta os custos.

Um mercado de mais de US$ 500 bilhões, um dos cinco maiores do mundo em valor, a Índia é, em grande parte, território inexplorado para o varejo. Com crescimento elevado em grandes e médias cidades e o aumento do uso de tecnologias de conectividade também nas áreas rurais, os formatos modernos de varejo vêm ganhando espaço no segundo país mais populoso do planeta.
 
Mas a Índia é um mercado cheio de desafios. O e-commerce, por exemplo, movimenta cerca de US$ 13 bilhões ao ano, mas está estrangulado por rodovias em péssimo estado e ferrovias ineficientes, que prejudicam o deslocamento de encomendas. A saída, em 90% dos casos, tem sido enviar os pedidos por avião, o que eleva ainda mais os custos. Não à toa, operadores online locais, como Flipkart, e gigantes globais como Amazon e eBay têm investido milhões de dólares em logística para superar as dificuldades, esperando o momento em que o governo permitirá que varejistas online vendam diretamente para os consumidores (hoje, ainda é preciso contar com um intermediário para isso).

Fonte: No Varejo

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Marcas brasileiras consolidam presença no exterior

Indústria e varejista de piscinas IGUI já tem 160 lojas no mundo. Giraffas apostou no mercado da Flórida e abriu dez pontos de venda.

 

Muitos caminhos e diferentes estratégias levam à internacionalização de uma marca. A indústria e varejista de piscinas IGUI escolheu começar em países com idiomas semelhantes: Argentina e Portugal. Já o Giraffas optou por um mercado que tivesse grande porcentagem de consumidores latinos: o Estado da Flórida, nos Estados Unidos.

Ambas as empresas foram bem sucedidas: a IGUI é a rede brasileira de franquias com mais unidades no exterior, com 160 lojas em sete países. O Giraffas inaugurou sua décima loja na Flórida e se estabeleceu em segmento diferente do que ocupa no Brasil: fast casual, um estilo que entremeia o fast food e o casual dining.

Segundo o CEO do Giraffas, Alexandre Guerra, tal opção se deu pelo fato de o fast food nos Estados Unidos apresentar produtos desvalorizados e preços demasiadamente baixos. “Por esse motivo, nos EUA competimos no fast casual: entregamos um produto e serviço com melhor qualidade, cobramos um preço mais alto por isso e o cliente está disposto a aguardar um pouco mais para receber o produto”, explica.

A internacionalização da IGUI começou em 2005 na Argentina, que hoje tem duas fábricas de piscina da marca, uma fábrica de produtos químicos e uma terceira para ser iniciada, além dos 90 franqueados. Diferentemente do Giraffas, que nos EUA é dono de todas as lojas, o IGUI franqueou suas unidades pelo mundo.

O presidente executivo da IGUI, Bruno Zanetti, conta que, mesmo com a crise econômica da Argentina, os negócios estão bem. “Hoje o mercado da marca no país vizinho é até mais forte que no Brasil. Depois de tantas mudanças enfrentadas desde a década de 80 no Brasil, ficamos escolados para qualquer tipo de crise”, diz.

O projeto de internacionalização do Giraffas foi iniciado em 2007, mas a primeira loja só foi aberta quatro anos depois. O presidente Alexandre Guerra garante que a decisão de ir pra outro país não foi tomada porque faltava espaço no Brasil. “Está muito longe de ter acabado o espaço nacional. É que internacionalizar agrega faturamento e imagem positiva para a marca. São crescimentos diferentes e complementares”, comenta.

Finanças

O Giraffas faturou R$ 800 milhões em suas 410 lojas no Brasil e nos EUA. O tíquete médio no Brasil é de R$ 20 e nos Estados Unidos, R$ 14. Foram fechadas 20 unidades no ano passado, um número considerado ‘anormal’ pelo presidente. A estimativa é de inauguração de 36 lojas no Brasil neste ano.

A IGUI faturou R$ 420 milhões no ano passado em suas 500 lojas, com previsão de R$ 500 milhões para este ano. O crescimento é de 30 franquias por ano, considerado ‘moderado’ pelos executivos. O faturamento médio é de R$ 100 mil por loja. O retorno financeiro por franquia é de 18 a 24 meses.

O presidente da IGUI conta que o perfil do seu franqueado é normalmente um casal que tenha afinidade com construção civil. “Não precisa ser um engenheiro ou uma arquiteta, mas tem que gostar da área. Importante também que não tenha outra franquia: que seja exclusivo da IGUI”, diz.

O franqueado do Giraffas deve ter quatro habilidades: ser vendedor, um bom gestor de pessoas, um gestor operacional e um gestor financeiro competente. “Todo mundo vai ter uma facilidade em determinado setor e uma fraqueza na outra. A nossa responsabilidade na escola de formação é aprimorar o que falta em cada empreendedor”, conclui Guerra.

Fonte: No Varejo

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“Euromonitor: Até 2023, Brasil vai passar do 7º ao 5º lugar em consumo””

O Brasil deve se tornar o quinto maior mercado consumidor do mundo em 2023, ao ultrapassar a França e o Reino Unido, projeta a empresa de pesquisa Euromonitor International. 

A consultoria estima que alguns anos à frente da conquista dessa posição, em 2030, os gastos totais dos brasileiros cheguem a US$ 2,7 trilhões. Comunicação, bens de saúde, serviços médicos e educação serão alguns dos setores beneficiados pelo aumento da renda, a diminuição das famílias e o envelhecimento da população.

“Apesar de uma desaceleração da economia e da alta inflação que desencadeia um fraco crescimento no consumo das famílias, no geral, as perspectivas de longo prazo para o Brasil como um mercado consumidor continuam positivas”, afirmam os autores do estudo em relatório. 

A expansão no longo prazo será sustentada pelo crescimento da classe média e a predominância de população urbana. Considerando o perfil do consumidor brasileiro, a Euromonitor espera que haja um alto nível de despe sas discricionárias e uma disposição para assumir empréstimos e crédito para compras.

Até 2020, o crescimento real da renda e do consumo será relativamente uniforme em todas as regiões, mas Norte e Nordeste devem atingir níveis um pouco mais elevados. No mesmo período, o consumo das famílias mais pobres aumentará mais rapidamente do que em famílias de maior renda, resultando em maior igualdade de renda. 

“Um grande número de famílias de baixa renda cada vez mais poderá arcar com despesas discricionárias modestas, como carros, calçados e vestuários populares e refeições a preços acessíveis”, afirma o estudo, que também aponta grande potencial no mercado de bens de luxo. 

(Adriana Meyge – Valor)

 

Fonte: Valor Economico

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